Novembro Negro UFSC
  • Programação – 1º a 30 de novembro de 2022

    Publicado em 26/10/2022 às 09:06
    Programação de 1º a 6 de Novembro Programação de 7 a 13 de Novembro
    Programação de 17 a 20 de Novembro Programação de 21 a 30 de Novembro

  • UFSC Joinville tem programação inclusiva com música, poesia e debates pela Consciência Negra

    Publicado em 23/11/2022 às 11:02

    O campus da UFSC em Joinville promove, nos dias 29 e 30 de novembro, dois eventos que integram a programação do Novembro Negro UFSC.

    Confira a programação:

    29 de novembro, quinta-feira

    Roda de Conversa com Movimento Negro Maria Laura: história, avanços e desafios do movimento na cidade de Joinville
    Promovida pela Secretaria Acadêmica e Assistência Estudantil da UFSC Joinville, com certificação disponível. O Movimento Negro Maria Laura foi fundado em 27 de janeiro de 2015, na cidade de Joinville. Tem como objetivo principal defender e lutar pelas pautas da comunidade negra da cidade e região e pretende oferecer espaços para conscientização, estudos, reflexão e comemorações das culturas africanas e afrobrasileiras. O Movimento Negro Maria Laura combate e não tolera o racismo e a violência contra a mulher.
    Horário: 12h15
    Local: Hall de entrada da UFSC Joinville
    Programação:
    12h15 – Apresentação Online (telão)
    Dios Furtado interpreta as poesias Escravos Modernos e Lágrima tem Cor, de Aline Nunes Silva (Aline Poeta)
    12h30 – Roda de Conversa com Felipe Cardoso – Publicitário e mestrando em Comunicação pela UFPR


    30 de novembro, quarta-feira

    Declamação de Poesia e Apresentação Musical
    O estudante Victor João Mbebe (Engenharia Aeroespacial), declamará a poesia Grito Negro, de José Craveirinha, com a banda da UFSC Blumenau.
    Horário: 12h
    Local: em frente ao Restaurante Universitário

    Projeção de Curtas e Documentários
    Obras audiovisuais alusivas ao Dia da Consciência Negra, focando na reflexão e sensibilização diante do tema racismo estrutural da sociedade. Haverá também a confecção de painéis interativos, nos biombos, com contextualização histórica da data, frases racistas que são ouvidas diariamente nas rodas de conversas, com espaços abertos para interação e reação, em papel pardo, como forma de contribuir para a discussão da educação antirracista na universidade.
    Local: Hall de Entrada do CTJ


  • UFSC promove cine-debate sobre o documentário ‘Pele Negra, Justiça Branca: Onde estão as filhas de Gracinha?’

    Publicado em 23/11/2022 às 10:23

    A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promove, na sexta-feira, 25 de novembro, a exibição e debate do documentário Pele Negra, Justiça Branca: Onde estão as filhas de Gracinha?, no Auditório do Centro Socioeconômico (CSE). O evento contará com a abertura do grupo de dança Mittos e mediação do debate pelo Movimento Negro Unificado (MNU).

    O documentário apresenta a história de uma mãe negra, Gracinha,  que foi separada de suas filhas pequenas, em uma Comunidade Quilombola. O filme apresenta essa ruptura familiar, detalhando o caso, os procedimentos jurídicos que justificaram a perda da guarda das crianças e ressalta a violência promovida pelo Estado, contra o povo negro como um todo.

    Maria das Graças (ou Gracinha, como é conhecida), teve, em 2014, suas duas filhas caçulas retiradas pelo Estado. A separação de mãe e filhas biológicas ocorreu “sob alegações perversas de um racismo mascarado e que escancara as dores e assimetrias produzidas até hoje pela escravização do povo negro”, sustentam as realizadoras do documentário. Gravado na Comunidade Remanescente do Quilombo Toca/Santa Cruz (SC), em 2019, o filme tem Cinthia Creatini da Rocha, Vanessa Rosa Gasparelo e Valeska Bittencourt na direção e foi contemplado com recursos do Prêmio de Cinema Catarinense (Fundação Catarinense de Cultura).  O caso ganhou espaço na mídia através das denúncias do Movimento Negro Unificado de Santa Catarina (MNU/SC).

    Mais informações:
    @doc.pelenegrajusticabranca


  • UFSC promove seminário sobre Áfricas, Diásporas, Educação Inclusiva e Libertadora

    Publicado em 23/11/2022 às 09:54

    Instituto Kadila de Estudos Africanos e das Diásporas da Universidade Federal de Santa Catarina promove o primeiro Seminário Kadila 2022: Áfricas, Diásporas, Educação Inclusiva e Libertadora na próxima quarta-feira, dia 30 de novembro e na quarta-feira seguinte, dia 7 de dezembro. O evento integra o calendário do Novembro Negro UFSC.

    O Instituto Kadila reúne um grupo de docentes e pesquisadores da UFSC e de outras universidades nacionais e estrangeiras, cujo interesse comum é a área estudos africanos e das diásporas. Participam ainda da equipe, pessoas que pesquisam em estágio de pós-doutorado e estudantes de pós-graduação e bolsistas de doutorado, mestrado e de iniciação científica.

    O Instituto conta com a parceria de vários laboratórios e núcleos vinculados aos diferentes centros da UFSC, tais como: Núcleo de Estudos de Identidades e Relações Interénicas/NUER (CFH), Laboratório de História Social do Trabalho e da Cultura/LHSTC (CFH), Laboratório de Estudos do Espaço Rural/LabRural (CFH), Alteritas (CED), Núcleo de Políticas Linguísticas Críticas e Direitos Linguísticos/PoLiTicas (CCE),  LITERATUAL – Núcleo de Estudos de Literatura Atual (CCE), NECLA, Núcleo de Estudos Comparados de Literaturas Africanas (CCE) e o Eirenè (CCJ).
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  • Novembro Negro: grupo Ilu Oju Inu promove oficina de Afrofilosofia ao Toque dos Tambores

    Publicado em 23/11/2022 às 08:05

    O grupo Afroexpressivo e Afropercussivo Ilu Oju Inu oferece, no dia 29 de novembro, às 10h, na antiga Concha Acústica da UFSC, em frente ao Centro de Comunicação e Expressão (CCE), uma oficina de percussão. A oficina faz parte das atividades do Novembro Negro UFSC e tem apoio do Sindicato dos Professores das Universidades Federais de Santa Catarina (Apufsc-Sindical).

    Não é necessário inscrição prévia, e a participação dá direito a certificado. A oficina é aberta a toda a comunidade.

    O grupo Ilu Oju Inu é formado especialmente por estudantes de graduação do curso de Filosofia, Ciências Sociais e Letras da UFSC. Tem a proposta estudar e vivenciar em seu cotidiano a filosofia de base bioafroancestrálica através da Escola Livre de Afrofilosofia Ubuntu de Florianópolis. A afrofilosofia, segundo o grupo, conflui diretamente com as urgentes demandas em discutir sobre as condições deixadas ao povo afrodescendente em um país fundado sob contexto colonial.

    “Através de grandes perguntas como: Quem éramos antes do colonialismo? O que o colonialismo fez de nós? o que podemos voltar-vir a ser?, podemos ter a filosofia africana como uma importante e fundamental ferramenta para nos reconstruirmos e reagirmos de forma qualificada contra toda forma de opressão”, explica o coordenador do grupo, Luck Yemonja Banke.

    Mais informações: Ilu Oju Inu (@iluojuinu)
    escolaubuntufloripa@gmail.com


  • Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior produzem vídeo sobre o Dia da Consciência Negra

    Publicado em 21/11/2022 às 18:28

    “Reconhecer e reparar” é tema de campanha produzida pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições de Ensino Superior (Andifes) em alusão ao Dia da Consciência Negra. Foto: Reprodução/ Youtube UTFPR

    Neste domingo, 20 de novembro, foi ao ar nos canais oficiais das universidades que integram a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), um vídeo produzido pela instituição, em alusão ao Dia da Consciência Negra. A ação foi pensada para dar voz aos gestores negros das universidades brasileiras e contou com a participação de 25 reitores, vice-reitores e pró-reitores de instituições de todo o país. 

    No vídeo, os gestores falaram sobre o significado do Dia da Consciência Negra, comentaram de que forma suas vidas foram impactadas por ser uma pessoa negra e evidenciaram por quais ideais lutam na condição de dirigentes de uma instituição pública. Norteados pelo mote “Reconhecer e Reparar”, ao final de cada fala, todos propõem a seguinte reflexão: “O mundo está enegrecendo, e você?”.
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  • UFSC lança campanha antirracista e antinazista e orienta comunidade a denunciar violências

    Publicado em 18/11/2022 às 16:03

    A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) segue promovendo ampla visibilidade às ações de combate ao racismo e ao nazismo na instituição. Ao passo que promove o debate acadêmico, a UFSC se posiciona claramente antirracista e antinazista e estimula a participação de toda a comunidade universitária. 

    Uma manifestação do Conselho Universitário (CUn) sobre o enfrentamento ao nazismo será debatida na próxima terça-feira, 22 de novembro, em uma sessão extraordinária aberta ao público, às 14h, no Auditório da Reitoria. A sessão terá transmissão ao vivo pelo canal do CUn no YouTube

    “Denunciem, aprendam a denunciar. Não pode ser perigoso para o denunciante. Tem que ter perigo para quem faz as agressões”, disse a vice-reitora da UFSC, Joana Célia dos Passos. “Não é possível mais que a gente busque terceirizar as violências da Universidade. O combate a elas é responsabilidade de cada um de nós. É importante que a gente tenha protocolos de denúncia e isso está sendo consolidado. Nós queremos que todos e todas aqui, além de se posicionar contra as violências, denunciem.”
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  • Pesquisador defende pedagogia antifascista para combater nazismo e ascensão da extrema direita

    Publicado em 18/11/2022 às 11:25

    Plateia lotou auditório da Reitoria (Foto: Divulgação)

    Pensar numa pedagogia antifascista é uma das chaves fundamentais para combater o nazismo e a ascensão da extrema-direita. Ao falar para um auditório cheio em meio à programação do Novembro Negro na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Michel Gherman, historiador e referência em estudos judaicos, sensibilizou a plateia para a importância de se discutir processos históricos para compreender um fenômeno que precisa ser combatido e derrotado. Gherman é professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

    O evento foi oferecido pela Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe) e planejado em meio a denúncias de manifestações nazistas na UFSC, que estão sendo investigadas e mobilizam a comunidade universitária para responder de maneira firme a atos criminosos. As professoras Leslie Chaves, pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, e Marilise Luiza Martins dos Reis Sayão, diretora de Ações Afirmativas e Equidade, conduziram os debates.
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  • UFSC entrega prêmio a cientistas negras nesta segunda, 21 de novembro

    Publicado em 16/11/2022 às 18:14

    A Universidade Federal de Santa Catarina entrega nesta segunda-feira, 21 de novembro, o Prêmio Propesq – Mulheres na Ciência – Especial Cientistas Negras para cinco pesquisadoras de diferentes áreas do conhecimento que se destacam pela sua trajetória na instituição. O prêmio, iniciativa da  Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (Propesq), também marca um mês de programação intensa do Novembro Negro, cujas atividades começaram no dia 1 de novembro e seguem até o dia 30. A cerimônia ocorre às 16h, na Sala dos Conselhos da Reitoria.

    O resultado do edital foi divulgado no início do mês, destacando que as premiadas  “promoveram excelentes contribuições para a ciência ao longo de suas trajetórias”. Apesar disso, o número de inscritas foi inferior ao das categorias disponíveis, indicativo da “pequena presença de mulheres negras no corpo docente da UFSC”, conforme sintetiza o documento. Com o objetivo de valorizar os trabalhos de todas as pesquisadoras e pensando em
    uma politica de inclusão, a Propesq decidiu premiar todas as inscritas.
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  • Projeto Cinema Afro-Brasileiro faz mostra de documentários no mês da Consciência Negra

    Publicado em 16/11/2022 às 08:28

    A Biblioteca Universitária (BU) promove, nesta sexta-feira, dia 18 de novembro, às 19h, no Auditório Helke Hering da Biblioteca Central, uma exibição de documentários, no âmbito do projeto Cinema Afro-Brasileiro. Serão exibidos três documentários e após a exibição, autores e pesquisadores debatem as temáticas apresentadas nos documentários. O evento é promovido pelo projeto de extensão Novembro da Consciência Negra na Biblioteca Universitária: espaço de diálogo e pertencimento.

    Os documentários exibidos serão:

    “Antonieta” (2016) – ​O documentário aborda Antonieta de Barros (1901-1952), mulher, negra, professora, cronista e feminista que, em 1935, se tornou a primeira negra a assumir um mandato popular no país.​ Dirigido por Flavia Person. Confira o trailer. Saiba mais.

    “’Uma herança, um dom!’, Aspectos da vida e obra do intelectual Ildefonso Juvenal” (2019) – A historiografia catarinense é permeada por uma série de estigmas que impossibilitaram a proliferação das obras dos escritores, artistas, cientistas e intelectuais negros do estado. O documentário apresenta o legado do intelectual Ildefonso Juvenal, sua obra e história de vida pouco conhecida por muitos, resgatada pelo historiador Fabio Garcia em 15 anos de pesquisa. Conta com depoimentos de familiares e pesquisadores da história afro catarinense, levando o espectador a uma viagem à Florianópolis do pós abolição e início do século XX. Dirigido por Renan Ramos Rocha e Fabio Garcia.

    “Gustavo de Lacerda” – Produzido por Camila Paschoal, Estephani Zavarise, Marcela Campos e Paula Medeiros, mostra a trajetória do jornalista original de Desterro, atual Florianópolis, que viveu no Rio de Janeiro, onde fundou a Associação Brasileira da Imprensa (ABI), em 1908, e defendeu a melhoria das condições de trabalho de jornalistas e a união da classe. Lacerda morreu em 1909, mas deixou um legado que perdura até hoje.

    Os autores e pesquisadores Amanda Santos, Renan Ramos Rocha e Fábio Garcia foram convidados para um debate após a exibição.

    Mais informações:
    Novembro Negro UFSC
    Biblioteca Universitária (BU)
    Instagram da @cianossoolhar


  • UFSC Curitibanos lança programação de eventos da ancestralidade negra

    Publicado em 12/11/2022 às 23:29

    O campus da UFSC em Curitibanos planeja uma série de ações em uma programação denominada O valor da Ancestralidade Negra, de 16 a 20 de novembro, com programação voltada ao debate racial, contra a desigualdade e o racismo na universidade. Por meio das ações do Projeto de Extensão Curitiblack, o campus recebe diferentes ações de visibilidade da diversidade racial e de enfrentamento ao racismo.

    O Grupo, sob orientação da professora Glória Botelho, lançará o “Mini Guia da Língua Yorubá” e promoverá outras ações como apresentação de banners, exposição e  roda de conversa.

    Uma programação especial é esperada no dia 18, com a presença da equipe da Coordenadoria de Relações Étnico-Raciais (Coema) da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe). A coordenadora Iclícia Viana ressalta que na ocasião, a Coema vai apresentar suas atribuições, com vistas a informar e ampliar o diálogo com o campus Curitibanos, a longo prazo. Segundo ela, “enquanto setor vinculado à Pró-Reitoria, temos como tarefa pensar a UFSC multicampi e por isso a presença no campus Curitibanos pela primeira vez será uma oportunidade de conhecer melhor a realidade local fortalecendo diálogos para a articulação institucional nas políticas voltadas aos estudantes negros, indígenas e quilombolas”. A Assistente Social, Bárbara Nóbrega, ressalta que espera também que seja um espaço de escuta e acolhimento das demandas estudantis e sensibilização de servidores e estudantes frente ao problema do racismo institucional.
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